Split Payment: o que REALMENTE você precisa saber e como virar vantagem competitiva

O Split Payment está no radar das empresas e do Google esta semana. Cada vez mais, empresários buscam por termos como “impacto no fluxo de caixa”, “obrigatoriedade em e‑commerce” e “adiantamento de tributos”. Aqui estão as perguntas que lideram essas buscas:

1. “Quando e para quem será obrigatório?”

O modelo começa já em 2026, com testes em e-commerce, marketplaces e B2B, segundo a LC 214/2025 e programas-piloto do governo. Conte com falhas? Sim. Como em qualquer inovação, os ajustes serão feitos no caminho.

2. “Como afeta meu fluxo de caixa?”

Sim, você chega ao caixa com menos dinheiro na hora, o valor do imposto não circula mais no seu bolso. A estimativa? Ressarcimento em até 3 dias úteis, mas só se seu sistema for impecável.

3. “Que sistemas precisam mudar?”

ERPs, gateways, carnês, NF‑e, SPED, tudo terá que falar com sistemas de pagamento. Ou seja: integração total será o novo mínimo exigido.

4. “Como o mundo faz isso?”

Itália e Polônia já testaram e o resultado foi mais arrecadação e menos fraude. No entanto, houve falhas na Romênia e Bulgária; isso mostra que tecnologia e processo contam mais que vontade política.

O que sua empresa precisa fazer AGORA:

  • Simular o impacto no fluxo de caixa, com antecipação de tributos, você precisa de reserva mínima para cobrir o gap.
  • Migrar os sistemas urgentes: pix, e‑commerce, gateways e ERP em apenas 90 dias.
  • Iniciar testes-piloto internos: envie faturas com split e veja onde falha (tempo, erro, ressarcimento).
  • Programar processos e treinamentos: internos e com parceiros, para atuar sincronizados.

 

Oportunidade real, se você agir:

  • Menos risco de fiscalizações: tributos já cai direto no Fisco.
  • Processo limpo e transparente: liberdade para focar em crescimento, não em gestão tributária.
  • Diferencial competitivo: clientes e investidores valorizam empresas com compliance forte desde 2026.

 

Como a Exacon ajuda você a não ser atropelado pela mudança

Na Exacon, não tratamos o Split Payment como uma adaptação, é uma oportunidade para redesenhar seu contorno tributário e operacional. Atuamos assim:

  • Mapeamento imediato de impactos no caixa, preços e margens
  • Projeto tecnológico: selecionar, testar e homologar sistemas integrados
  • Montagem de reserva de caixa e plano de contingência para os primeiros 90 dias
  • Treinamentos e revisões de processos fiscais e de atendimento ao cliente
  • Monitoramento contínuo: o modelo evolui, você acompanha

 

Prepare-se com técnica, estratégia e inteligência. Enquanto outros ficam na especulação, a Exacon já está rodando testes e implementações.

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